Fase (anti)Criativa

(eu traduzo:)

Rodo, rodo, rodo e rodo...
Já não distingo o que está à minha volta.
Sinto as pernas a ceder. Caiu. Grito. Doí.
Estou perdida. Levanto-me e sigo.
O que importa não saber onde estás, o que fazer...
É tudo tão vago, tão superficial
És-me familiar, embora não te conheça de todo
Por vezes fazes-me feliz, tão feliz
Mas partes, e eu fico destroçada
Digo não querer saber mais
Mas tudo volta ao inicio
Tal ciclo vicioso de felicidade, ódio
Que me consomem e me fazem querer mais
Faço-te querer mais, é bom, nós sabemos
Tenho de virar costas, nós sabemos


(eu ia "traduzir" o que esta na folha acima que vem do meu diario de projecto mas acabei por desenvolver apartir do texto anterior. Ao longo do meu processo neste módulo sempre que revejo os meus desenhos e textos, principalmente, nunca me sinto satisfeita, e faço mais e mais, daí o meu objecto estar em permanente mudança, nao me consigo satisfazer com uma peça que diga "ISTO É A MINHA PEÇA FINAL", não existe, é impossivel , o meu conceito nao tem um fim, eu não tenho um fim ! Eu sou o reflexo do meu conceito, eu estou a jogar à cabra cega, tudo esta a rodar mas eu continuo, nada pára de rodar mas eu sigo em frente, e o mundo à minha volta nunca pára , eu nunca páro.)

Fase Criativa 2


os caminhos cruzam-se, somos felizes, mas tudo parte, sempre chega a hora do adeus, o adeus nao me doi, ja sou quase que imune, sinto vergonha por isso, todos deviamos sentir algo quando dizemos adeus a alguem que gostamos, mas eu fico indiferente, mas acaba por se tornar uma doença, uma ferida que vai corroendo tudo por dentro sem que eu dê conta, tenho todo o meu pensamento minado, de dor, de saudade, de perda, e ja nao ha nada a fazer , podia ter sofrido quando devia, mas nao fui capaz, agora é algo que me acompanha sempre.

"Kingdom Dance" (tangled)

a banda sonora do meu blog, que se recusa ao autorun

Aula prática - Cerâmica

Na aula de tecnologias estivemos a aprender a parte mais prática da cerâmica. O uso das Ferramentas e Técnicas de modelação, os tipos de pastas e as suas respectivas cozedura.


Pastas cerâmicas: 
  • Alta temperatura- a Porcelana, o refractario e o grês, que cozem entre 1200-1250º.
  • Baixa temperatura- o barro vermelho e o barro branco, que cozem até 1000º 


Ferramentas:

Teques de arame
Tem como utilidade "desbastar" a peça. 
Ao cortar a peça ao meio, para que esta possa ir ao forno,  usam-se os teques de arame para ir removendo o barro em excesso no interior da peça ( vazamento )



Teque de madeira
É utilizado para cortar e modelar o barro , essencialmente fazer pormenores,  algo tão minucioso que os dedos não conseguem fazer.
Rim
Para alisar a peça de modo aque fique (quase) perfeita sem as fomas das maos.



 Existem ainda: o garrote (arame com duas pegas para cortar grandes quantidades de barro ), as réguas de madeira (para fazer a lastra, juntamente com o rolo), a faca (cortar) e o "garfo" (para riscar o barro antes de aplicar a labugem, para a colagem).




Técnicas de modelação:

 
Bola- utilizando apenas as mão modela-se a pasta até ter a forma desejada, em seguida utilizando o polegar para moldar o a parte concava e os restantes dedos para modelar  a parte exterior. É utilizada principalmente para criar "contentores".





Lastra- estendendo o barro até ter aproximadamente a espessura desejada (para mais), de seguida com uma régua de madeira (da espessura desejada) de ambos os  lados do barro, passa o rolo por cima umas quantas vezes , e voilà  !




Rolos- formam-se rolos, em seguida risca-se o barro e aplica-se a labugem, para os colar entre si dando-lhes a forma que desejar. 
Com isto podemos fazer qualquer forma, desde um vaso a um corpo.




Cozedura e Secagem:

É muito importante que o barro seque devidamente antes de ir ao forno, mas nunca ao sol, mas de preferência ao ar livre.
A cozedura é muito lenta, e variável conforme a pasta utilizada. Tem um mínimo de oito horas num forno médio. (1 hora = 100º/150º)


Fase Criativa

Estou com alguns problemas em relação às fotografia, que a qualidade da minha máquina não é das melhores, e plasticina branca em fundo branco não deu grande resultado.















Falando em familiaridade lembrei-me dos cds que a minha mãe passa vezes sem fim à anos,  músicas que já estão tão entranhadas que é impossível não relacionar. 
Aqui está um cheirinho.


Pesquisa (em aula)

Na primeira aula de tecnologias, foram-nos entregues variados livros relacionados com cerâmica, e foi-nos pedido que escolhêssemos algumas peças que gostássemos e fizéssemos desenhos rápidos à mão levantada dos mesmos.









Referenciais Cerâmicos 3 - Determinação

Determinação






Referenciais Cerâmicos 2 - Familiaridade

A Familiaridade





 

Referenciais Cerâmicos 1 - Desorientação

Desorientação










Palavras-chave

Depois de escrito o conceito, cheguei à conclusão que as ideias que melhor o resumem serão: a Desorientação, a Familiaridade e a Determinação.

Vais caminhar pelo mundo... Por onde andas e o que encontras?

Vais caminhar pelo mundo... Por onde andas e o que encontras?

 Um passo em frente, dois para trás
Faço-me girar, como se à cabra-cega jogasse, e sigo sem que o mundo pare de rodar
Vou trauteando, música de infância que nunca me agradou realmente

Apesar de desconhecido é-me familiar, trilho que respira cada passo meu
Cruzo-me contigo e sorris, mas nunca paramos, temos de continuar.
Os companheiros de caminho, esses, mantenho-os por perto... 
Mas nunca por muito tempo, a familiaridade acaba por sempre como uma pequena pedra no sapato,
acaba por nos atrasar na nossa caminhada.
(Mas ainda hoje guardo cada uma dessas pedra, como se de pequenos diamantes se tratassem.)

Ainda não parou de girar! Mas eu não tenciono
 ir para o moinho...


 Modulo 3 - Cerâmica